Seja bem Vindo ao Cantinho dos Pequenos Adoradores do Rei Jesus

18 de out de 2008

A Idéia Cristã de Criança




Jesus tocou os indivíduos, fazendo com que cada pessoa se sentisse especialmente amada. O ensino é em essência um relacionamento entre o professor e o estudante através de uma disciplina.


Jesus se relacionou com cada indivíduo através de Sua disciplina, a salvação, observando e satisfazendo as necessidades daqueles que vinham a ele. Não devemos confundir o significado da palavra satisfação com o significado da palavra gratificação. Satisfazer significa suprir plenamente o que é necessário e exigido pelas leis naturais.

Gratificar é dar prazer, suprir os desejos sensoriais. Jesus satisfez as necessidades reais dos indivíduos de maneira que se foram plenamente supridos. Como professores e pais, devemos aprender a identificar as verdadeiras necessidades de nossas crianças e satisfazê-las.


Quais são as verdadeiras necessidades das crianças? A primeira necessidade é espiritual – nascer no reino de Deus. Jesus satisfez as necessidades espirituais primárias com tanto cuidado e firmeza quanto supriu as necessidades físicas das pessoas que conheceu. Os professores e pais devem seguir o exemplo, fazendo do aspecto espiritual uma necessidade, e seguindo a Deus em busca de outras necessidades:


1. Significado: As crianças precisam ter um profundo senso de segurança, de serem amadas, valorizadas e importantes.



2. Confiança: Devem desenvolver confiança no caráter dos adultos que mais influenciam suas vidas.


3. Aceitação: As crianças devem adquirir um valor pessoal, baseado na aceitação de sua própria individualidade como presente de Deus. O tratamento da criança pelo adulto deve comunicar plenamente o seu valor e potencial.


4. Propósito: Se as crianças se virem como tendo um lugar na história e enxergarem os eventos de suas vidas à luz de um Deus providente, então poderão ter segurança em relação ao seu presente e futuro.


5. Trabalho: Precisam de atividades que sejam reais para elas; atividades significantes, intrigantes, não de atividades confusas e cujo objetivo é apenas o entretenimento. Precisam de enobrecimento ou ocupação de maneira que possam adquirir a visão do valor de sua vida e propósito.


6. Sabedoria: As crianças precisam de orientação sábia da parte dos adultos para ajudá-las a entender suas experiências e interpretar o seu mundo através de princípios.


7. Modelos de Autogoverno Cristão: As crianças necessitam de modelos de adultos auto-governados por Deus que aceitam a autoridade que é dele por virtude de sua maior experiência, conhecimento e sabedoria, e que representam o governo de Deus em suas vidas.


8. Modelos de Caráter Cristão: As crianças necessitam de modelos adultos que exemplifiquem as qualidades pessoais do caráter cristão vitorioso, que sejam produtivos e comprometidos, e que as inspire.


Nossas atitudes com as crianças devem ser pautadas pelas atitudes que Jesus expressou em seus relacionamentos com os indivíduos. Seu respeito pelo valor de cada pessoa deve nos inspirar a demonstrar profunda e genuína apreciação pela individualidade de cada criança. Ele foi genuíno, investindo tempo e concedendo sincera atenção aos indivíduos no nível humano, tornando-se acessível às pessoas. Jesus tornou o seu ensino algo concreto, dando a seus estudantes a verdade tangível e apresentando a mensagem mais abstrata que já existiu com as palavras mais concretas e mais facilmente compreendidas. Ele prontamente confrontou as discrepâncias entre a convicção verbal e a realidade da vida, detectando e comunicando-se em um estilo de mentoreamento com o objetivo de levar cada indivíduo à sua mais plena expressão.

Como mestres, os métodos e currículo da Abordagem por Princípios, nos permitem a liberdade e expressão criativa para satisfazer as necessidades reais de nossos estudantes de maneira plena.

Vemos cada criança como um indivíduo de infinito valor, feita à imagem de Deus e digna de nosso respeito. Vemos cada criança como plena, pronta a ser cultivada, inspirada, consagrada e instruída, ao invés de as vermos vazias, servindo apenas para serem estimuladas, motivadas ou doutrinadas. Vemos as necessidades tutoriais dos estudantes, que cada um, como indivíduo, tem direito a seu próprio estilo de aprendizado e instrução, que cada criança pode ser elevada a um padrão digno. Labutamos para que nossos estudantes produzam, não apenas consumam – expressando-se nas artes, música, drama e atletismo, desenvolvendo cada talento, exercitando todo o seu potencial.


Por sabermos que a verdade satisfaz, identificamos a verdade bíblica em cada disciplina, dando a nossas crianças o pão da vida como dieta firme, não somente migalhas. Mostramos-lhes a plenitude do propósito de Deus para o ser humano na história de maneira que possam se colocar seguramente no reino de Deus, certos de qual é o seu lugar, capazes de aceitar sua posição na corrente do cristianismo e vislumbrar o propósito de suas vidas pessoais.


“Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus.E, tomando-as nos seus braços, as abençoou, pondo as mãos sobre elas.” Marcos 10:14-16
Que nossas crianças sejam da mesma maneira abençoadas,que conduzam sua geração a Cristo e que Ele seja glorificado.


Extraído de: “A Idéia Cristã de Criança – Concepção e Implicações” – Publicado pela AECEP – Associação de Escolas Cristãs de Educação por Princípios. Para adquirir este livro entre no site: www.aecep.org.br ou entre em contato através do telefone (31) 3227-4648.

3 de out de 2008

O professor que é chamado para educar com amor...

O professor que é chamado para educar com amor...


... tem um coração de servo. Reconhece seu chamado como um ministério para servir a vida integral de seus educandos escolhendo o caminho do amor. Ainda que ele tenha conhecimento de todos os mistérios, ciências e fé ele permanece no método do amor.


... inspira amor pela aprendizagem através de seu próprio exemplo crescendo em conhecimento, lendo, estudando, buscando atualizar-se no desenvolvimento das diversas áreas do conhecimento. Ele demonstra como o saber pode ser útil para servir ao próximo, famílias, comunidade, nação e mundo.


... têm paciência. Recebe de Deus a instrução e o ensino necessário para saber como lavrar o solo do coração de seus alunos. Sabe que há um tempo e um modo distinto para semear cada espécie de semente. Ele espera com paciência a semente germinar, brotar, crescer e frutificar. Este conselho e sabedoria ele recebe de Deus.


... é benigno para com seus educandos. Nutre-os com bondade cotidianamente, pois reconhece que sua vida é cercada pela bondade de Deus. Trata-os individualmente com imparcialidade, entendimento, consistência e respeito.


... não se ensoberbece. Sabe que como professor, precisa aprender a cada dia a equilibrar o conhecimento com amor pois, o muito saber ensoberbece, mas o amor edifica. Mesmo porque muitas vezes em seu ministério ele sofre afrontas, acredita num ideal quando tudo conspira para não crer, espera as mudanças quando dá vontade de largar tudo de lado e suporta adversidades confiando Naquele que o chamou. Vê seu chamado como de um prudente construtor que edifica sobre a Rocha e faz a obra até o fim.


... entende o princípio de mordomia: pensa e age como mordomo. Acolhe sob sua responsabilidade vidas e propriedades que não lhe pertencem e cuida delas com zelo, como o próprio Dono o faria. Ama seus educandos incondicionalmente e cultiva respeito pela propriedade interna e externa de outros e da escola. Sabe que todas as suas fontes, seu referencial maior está em Jesus, Seu Mestre.


... possui um forte senso de propósito e compromisso. Reconhece que seu chamado tem um propósito de aperfeiçoar as vidas de seus educandos para o desempenho transformador de suas vocações na sociedade e para a edificação da Igreja. Seu compromisso é promover o pleno conhecimento do Filho de Deus, revelado nos tesouros escondidos de cada área do conhecimento e na aprovação de seu caráter pelo nosso Pai. É compromissado também em promover a maturidade para que seus educandos sejam capazes, através das ferramentas desenvolvidas no processo de aprendizagem, de discernir e se posicionar contra os ventos de cosmovisões anti-cristãs que induzem ao erro permanecendo firmes nos princípios cristãos de sua formação.


... possui entusiasmo pela sua profissão, ama o magistério e apresenta a arte de ensinarpara o público em seus aspectos positivos inspirando-os a verem a educação escolar cristãcomo uma ocupação digna. Ele faz parte de um movimento que busca restaurar a honra delecionar através de um caminho sobremodo excelente: Educar com amor!


FONTE : htt://www.aecep.org.br
Por: Cida Mattar


Inspirado em I Co 13, Mt 20:28; Rm 12:7; Sl 23:6; I Co 8:1; Is 28:23-29; Hb 12:1-3; Ef 4:11-14; Ef 4:1 e no “The Professional Teacher” - StoneBridge School, Chesapeake, VA – USA.